A realidade do ensino no Brasil: DEPÓSITO.

Estão querendo que os alunos fiquem sentados no banco, amordaçados, sem direito de ser, sem poder contar quem são, de onde vem, suas expectativas de futuro, o que querem e o que não querem. Querem simplesmente depositar este pseudoconhecimento, sem que possam ter o direito de dizer o que querem. Não os querem atuante, preferem-os em estado letárgico. Dão menos problemas.

O professor assume o papel de o SÁBIO, responsável por depositar na cabeça dos alunos o CONHECIMENTO. Um conhecimento que é de uma via só, vem só dele ou da instituição que ele representa. Não existe troca. Fica mais fácil para controlar. Fica por horas e horas tendo ensinar “verdades eternas”.

No dicionário podemos encontrar várias definições para a palavra DEPÓSITO, dentre elas: “Alguma coisa dada co­mo penhor ou garantia do cumprimento de uma obri­gação”, “Dinheiro colocado num banco, caixa econômica ou estabelecimento semelhante”, “Lugar onde se guardam provisoriamente certas mercadorias e materiais; armazém”, “Impurezas ou outros materiais que se depõem no fundo de um líquido; sedimento”, “Contrato pelo qual uma pessoa recebe um objeto móvel alheio, com a obrigação de guardá-lo e restituí-lo em seguida”.

Não quero ser DEPÓSITO de ninguém. Não quero ter que cumprir nada por obrigação. Não quero guardar ou ser a esperança de futuro de ninguém que não seja eu mesmo. Não quero ter a obrigação de retransmitir o que me foi ensinado. Quero antes de tudo ser atuante, no meu tempo e com meu tempo.

E para finalizar: MEU OUVIDO NÃO É PENICO!!!!!

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