LUIS ALBERTO DE ABREU

INFORMAÇÕES SOBRE LUIS ALBERTO DE ABREU

Luis Alberto de Abreu, nasceu no dia 5 de março de 1952.  É natural de São Bernardo do Campo. Jornalista de formação, escreveu até agora cerca de 50 peças teatrais, das quais, 10 escritas em processos colaborativos com grupos de todo o país. Começou a carreira como dramaturgo e, depois, passou a escrever roteiros para cinema e TV. A partir dos anos 80, destacou-se como autor ligado ao grupo Mambembe, com as peças “Foi Bom, Meu Bem?” e “Cala a Boca já morreu”. Em seu repertório, destaque para a antológica Bella Ciao, as premiadas Borandá e Auto da paixão e da alegria, ambas encenadas pela Fraternal Companhia de Arte e Malas Artes; e O Livro de Jó, montada pelo Teatro da Vertigem. Como roteirista se destacou no cinema com os filmes Maria (1985); Lila Rapper (1997), juntamente com Jean Claude-Bernardet; e os premiados Kenoma (1998) e Narradores do Vale de Javé (2000); além de Andar às Vozes (2005), juntamente com Eliane Caffé. Já para TV, escreveu os roteiros de duas minisséries globais recentemente: Hoje é Dia de Maria (2005) e A Pedra do Reino (2006). Foi, ainda, professor de dramaturgia da Escola Livre de Teatro de Santo André por oito anos e dramaturgo residente no Centro de Pesquisa Teatral (CPT), sendo o autor de peças levadas à cena por Antunes Filho, como Rosa de Cabriúna e Xica da Silva. O autor recebeu prêmios, como quatro prêmios da Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA – 1980, 1982, 1985, 1996), Prêmio Mambembe do Instituto Nacional de Artes Cênicas (1982), Prêmio Molière da Companhia Air France (1982), Prêmio Estímulo de dramaturgia para desenvolver o projeto de pesquisa sobre Comédia Popular Brasileira (1994), Prêmio Mambembe (1995), Prêmio Apetesp (1995), Prêmio Panamco (2002) e Prêmio Shell (2004).

SINOPSE SACRA FOLIA

No texto Sacra Folia, a Sagrada Família, perseguida por Herodes e seus soldados, se perde em sua fuga para o Egito e acaba chegando ao Brasil. A perseguição continua em solo nacional e a Sagrada Família se vê obrigada a aceitar a ajuda de dois tipos populares, João Teité e Matias Cão, para se livrar de Herodes e retornar à Judéia. Guiados por Teité, José, Maria e o menino Jesus acabam se embrenhando pelos confins do Brasil. Ao final da extensa e cômica epopéia, Teité registra Jesus como seu filho, para que ele realize no Brasil a promessa do reino de fartura que o Messias, segundo a profecia, haveria de trazer ao mundo.

A DRAMATURGIA DE ABREU

Para o crítico Alberto Guzik: “Luís Alberto de Abreu é dos poucos dramaturgos que têm resistido ao esmagador predomínio do visual no teatro. Produz um teatro crítico, apoiado no racionalismo, onde as idéias levam a melhor sobre as formas. E, apesar dessa opção pouco ‘moderna’, tem sido encenado com mais freqüência que a maioria de seus colegas. Rei do Brasil, como todos os outros textos de Abreu, resultou de um longo processo de elaboração e pesquisa. Situações e personagens tem um vigor que falta a outros dramaturgos da geração anterior do escritor”.

Suas peças abordam a temática do teatro popular, especificamente a comédia popular; mas, como apaixonado pela palavra levada ao palco, transita pela pesquisa e pelo experimentalismo em diferentes formas dramáticas, trabalhando com grupos e projetos teatrais variados, como o CPT de Antunes Filho, o Teatro da Vertigem e o Grupo Galpão, de Belo Horizonte, que montou Um trem chamado desejo, a partir de argumento do grupo desenvolvido pelo dramaturgo.

Suas fontes e influências declaradas são: o circo, o teatro popular, a literatura (entre outros autores, Graciliano Ramos e Guimarães Rosa), a Commedia Dell´Arte, “causos” contados na rua, o teatro épico de Brecht, Walter Benjamin (“principalmente quando ele define o narrador como o transmissor de experiências humanas”), as idéias de Mikhail Bakhtin sobre o universo do riso na cultura popular, Luís da Câmara Cascudo. Autores de teatro que mais o influenciaram: Ariano Suassuna, Arthur Azevedo, Gianfrancesco Guarnieri, Vianinha, Nelson Rodrigues, Plínio Marcos, Jorge de Andrade; além de Shakespeare, Lorca, o já citado Brecht, Ibsen e a dramaturgia grega.

O dramaturgo Luis Alberto de Abreu tem produzido peças utilizando um modo de escrita teatral baseado na colaboração próxima entre o dramaturgo e a equipe de encenação. O processo colaborativo “provém em linhagem direta da chamada ‘criação coletiva’, proposta de construção do espetáculo teatral que ganhou destaque na década de 70, do século 20”. O Processo colaborativo não é prática exclusiva do dramaturgo. Vários grupos de São Paulo adotaram essa prática em fins da década de 90 e também outros dramaturgos como Fernando Bonassi, Hugo Possolo, Reinaldo Maia e Sérgio de Carvalho.

Segundo o estudo feito por André Carrico em sua dissertação apresentada no Curso de Mestrado do Instituto de Artes da UNICAMP “ a prática dramatúrgica que ao longo do tempo Abreu foi forjando para si, o autor se utiliza, ao mesmo tempo, de duas atribuições díspares do riso. Uma delas positiva, o caráter regenerador que Mikhail Bakhtin atribui ao riso. A outra, apresentada por Henri Bergson, é negativa: o riso como correção da rigidez e dos desvios sociais.

A teoria bakhtiniana, por tratar das características do risível na Cultura Popular, é mais influente e ocupa mais espaço nos textos escritos pelo autor paulista para o Projeto CPB do que as idéias de Bergson. A carestia do povo na “fome universal”, quando saciada pela abundância do banquete; a imagem grotesca do corpo aberto, inacabado e multidilacerado; o sentido topográfico e hiperbólico das descrições feitas pelos personagens; o inventário de frases coloquiais, familiares e licenciosas a revelar a prolixidade da fala das ruas; a reinterpretação dos cânones oficiais e sagrados; o caráter ambivalente do riso que nega para afirmar, mata para fazer renascer; são utilizados por Abreu freqüentemente na construção de seus textos cômicos, como recurso dramatúrgico. Abreu almeja, com essa utilização, obter desses elementos não apenas o efeito risível, mas fazer ressoar neles o caráter regenerador que, segundo Bakhtin, o riso popular incorpora.

A teoria do riso, proposta por Henri Bergson, ocupa espaço menor dentro da dramaturgia cômica de Abreu. Ainda assim, algumas de suas proposições são encontradas nas peças do autor do Comédia Popular Brasileira. A mecanização das ações humanas; o personagem visto como um fantoche que é manipulado pelo enredo/destino; a ambigüidade de interpretação das situações e do discurso são recursos bergsonianos presentes na estruturação das fábulas cômicas de Luís Alberto de Abreu. Por isso o “humor negro”, que se expressa a propósito de situação grave, desesperada ou grotesca, pode estar presente em algumas passagens de sua dramaturgia cômica.

Quando, entretanto, a degradação e o exagero aparecem nos textos de Abreu, eles não carregam a conotação negativa, de correção moral e humilhação no nível que lhes atribui Bergson. Antes, nas peças montadas pela Fraternal Cia, esses elementos propõem se veículos do riso “libertador”, de dominação do medo, e do caráter regenerador apresentado por Bakhtin. Os anti-heróis risíveis das comédias do dramaturgo paulista não são apresentados à platéia para serem vistos “do alto de um camarote”, como entende Bergson, ou para serem corrigidos socialmente. Eles são, ao contrário, manifestações da ligação entre o social e o corporal que, com o dinamismo de seu movimento contínuo de auto-regeneração, formam uma “totalidade única e viva” com o mundo. Ao futuro promissor identificado por Bakhtin nas imagens populares universais, Abreu liga as aspirações sociais do povo brasileiro.

Bakhtin apresenta a um só tempo uma ligação indissolúvel entre sofrimento e satisfação. Essa ligação entre o esforço físico demandado pelas necessidades naturais e o prazer advindo da realização dessas necessidades é explorada em todos os textos do Comédia Popular Brasileira. As imagens hiperbolizadas destacadas pela teoria do crítico russo na sua topografia dos gêneros também estão presentes na poética cômica de Abreu. Muitas dessas imagens vêm das representações dramáticas da Cultura Popular brasileira. O autor de “Iepe” adapta às tradições do homem brasileiro o manancial de recursos do cômico universal elencado por Mikhail Bakhtin.

Dentre esses recursos, destaque-se ainda a exploração cômica do vocabulário da praça pública. E quando a morte aparece para os personagens cômicos de Abreu, vem carregada do sentido regenerador e ambivalente que lhe atribui o crítico soviético, como aquela que amortalha e ressuscita, e como metáfora do ciclo biocósmico da humanidade.

A baixa auto-estima como um dos componentes históricos na formação da identidade do povo brasileiro (Ribeiro, 1997), bem como o tratamento dispensado entre as classes sociais do país, surgem à guisa de denúncia, em cada uma das peças do CPB. A partir de certo momento, no projeto da Fraternal Cia, o autor de “Auto da Paixão e da Alegria” sai em busca do contador de histórias brasileiro. E a qualidade na narrativa popular que mais interessa a Abreu é a facilidade com que o povo reconta a História de uma forma particular, destacando conteúdos que lhe convêm e excluindo detalhes que talvez não caibam na sua visão de mundo. Ou, por outra, inventando aquilo que não sabe. Essa característica pode ter correspondência com o giullare e os fabulatori que compõem as referências na poética do homem-de-teatro italiano Dario Fo”.

O DRAMATURGO RESIDENTE

Luis Aberto de Abreu é “dramaturgo residente” da Fraternal Companhia de Artes e Malas-Artes, dirigida por Ednaldo Freire. Na companhia participa de um sólido projeto de comédias, primariamente destinado a um circuito de trabalhadores e sindicatos, mas que encontrou, nos teatros comerciais, ampla receptividade. Pesquisando as raízes da comicidade brasileira, desde Martins Pena a Artur Azevedo, com aportes na commedia dell’arte e Mikhail Bakthin, Abreu elabora textos dotados de alta comunicabilidade: Ladrão de Mulher, 1987; O Parturião, 1995; O Anel de Magalão, 1995; Burundanga ou A Revolução do Baixo Ventre, 1996; Iepe, 1998; Till Eulenspiegel, 1999; e Nau dos Loucos, 2000; as três últimas aproveitando lendas européias.

SACRA FOLIA

O texto, entre outros assuntos, faz uma analogia entre o genocídio de Herodes e a chacina de menores na calçada da igreja da Candelária, no Rio de Janeiro, em 1993. Miséria e genocídio infantil são, portanto dois pontos presentes no texto, a despeito de sua proposta cômica.

O enredo de “Sacra Folia” estrutura-se na viagem: a Família Santa em direção ao Egito, Herodes e séquito em busca do bebê Salvador, Matias e João correndo entre os dois grupos, em busca de maior lucro; todos em direção a algum objetivo. Esse trajeto pode remontar à concepção da vida como um percurso para a eternidade, vigente na Idade Média, época em que a doutrina cristã era divulgada por meio dos autos sacramentais.

Há dois prólogos na “Sacra Folia” de Abreu. No primeiro, a rubrica propõe ao elenco que esteja trajando os mesmos figurinos de “O Anel de Magalão”. Isso denota a intenção do autor de que a platéia identifique os personagens com aqueles da obra pregressa levada à cena pelo mesmo grupo. Para tanto, estima-se que o público, em grande parte pelo menos, seja composto pelos mesmos espectadores da peça anterior; donde, entre outras coisas, evidencia-se o caráter de “formação de público” proposto pelo Projeto Comédia Popular Brasileira.

Na peça, Abreu incorpora o caráter jornalístico fazendo uma analogia entre a dimensão violenta da repressão à marginalidade no país (21 moradores assassinados na favela vigário geral, os 111 presos mortos no Carandiru e as crianças da Candelária, todos mortos pela violência policial) com o episódio evangélico posterior ao presépio, quando Herodes, rei da Judéia, manda matar todos os bebês do sexo masculino nascidos em Belém e arredores.

No segundo prólogo, o Anjo Gabriel proclama a escassez de recursos da encenação e, para supri-la, conclama a fantasia dos espectadores, pedindo o concurso de sua imaginação. É nesse momento que apresenta o desdobramento que cada personagem fixo da tipologia do repertório da Fraternal Cia sofrerá. Assim sendo, Mané Marruá viverá Herodes, Boracéia sua mulher, General Euriclenes seu soldado, Mateúsa sua escrava, Major Aristóbulo o demônio, Rosaura e Fabrício, Maria e José, Benedita o anjo-narrador Gabriel – além da presença dos guias de caravana Matias Cão e João Teité.

No encerramento do prólogo, enquanto se desenvolve sobre o palco uma pantomima alusiva à “matança dos inocentes”, com soldados cruzando o palco a perseguir a Sagrada Família em fuga, o anjo Gabriel prepara em versos o momento funesto do espetáculo.

“GABRIEL – Cessai vosso riso

Por um momento apenas,

E perdoai se rompo vossa alegria

Para lembrar penosos dias

De muitas lágrimas

E de não poucas penas (…)

Eu conto o que fizeram os soldados de Herodes

Para que não se lave a lembrança.

Sim, há um tempo em que homens matam crianças.”

Abreu introduz assim, em sua poética cômica, o elemento dramático, sem que com isso sua poética fique menos cômica. Nos autos medievais mais conhecidos, os pastores, veículos do caráter moralizante da arte cristã, aludiam à injustiça e à crueldade de seus senhores, procurando, por momentos, protestar contra a injustiça social.

Há também, na penúltima cena, outro momento onde o humor cede lugar à denúncia, dentro da lógica de Teité:

“JOÃO TEITÉ (Num tom ambivalente, dramático e cômico) – (…) Só que disseram que esse menino ia trazer fartura, ia transformar água em vinho, multiplicar pão e peixe… e quem multiplica pão e peixe multiplica frango, churrasco, lingüiça… presuntos… Com esse menino vai haver um banquete universal, farto e eterno… vai correr leite e mel! (Patético) O caso, gente, é que eu sei como são essas promessas! Eu entro na fila e, quando chega a vez de João Teité, da panela não sobrou nem a rapa e do churrasco nem o osso da costela.”

Como nos outros textos do CPB, as injustiças que regem as relações empregatícias no Brasil são satirizadas nos diálogos entre Mateúsa/Escrava e Boracéia/Rainha.

A alegria é a dimensão enfatizada pelo texto de “Sacra Folia”. O próprio título já salienta a atmosfera paradoxal da fábula. Mesmo sendo sacra, trata-se de uma folia, que vai celebrar a salvação e o nascimento. Diversamente de outros autos natalinos, que remetem à contemplação do nascimento e à apresentação da encarnação divina ao mundo, o texto de Abreu apresenta o momento da perseguição às crianças por Herodes. Isso dá ao autor a possibilidade de introduzir certa atmosfera trágica e atentatória à sua narrativa.

Matias Cão, no momento em que usa sua capacidade de raciocinar artimanhas para recuperar o bebê sagrado, expondo sua estratégia para São José, deixa escapar de sua condição nordestina e brasileira, um lampejo machista:

“MATIAS CÃO – Olhe, seu José, a gente podia deixar as mulheres aqui eir sozinhos atrás do seqüestrador. Nessas coisas, mulher é igual em filme: cai, torce o pé, só serve pra atrasar a vida do mocinho!”.

A investida é rechaçada logo a seguir, pela atitude de Maria e por uma colocação do anjo Gabriel/Benedita:

“GABRIEL – (…) (Maria, determinada, ultrapassa os três e os obriga a andar mais depressa) De toda criação, a mulher é a mais variável: onde se espera frágil, assoma em fortaleza guerreira, e no meio da guerra pode desfazer-se em lágrimas. (Segredando ao público) Porque Deus as fez assim não sabemos. Só sabemos que ele é muito sábio”.

A peça incorpora ao auto sacramental imagens das representações dramáticas da Cultura Popular brasileira. A Virgem Maria surge cavalgando um burrinho de bumba-meu-boi; o boneco que representa o Menino Jesus é um mamulengo; nos diálogos, os personagens referem-se a usos e costumes do povo. Como nas superstições que cercam os cuidados com o bebê de Maria: “A criança pode ficar com susto, virar o bucho, tomar um ar, pegar quebranto, mau-olhado de revés…”. Ao fazer Teité registrar no cartório o Menino-Deus como seu filho, a fábula concretiza na cena o tradicional ditado popular, que diz que “Deus é brasileiro”.

No auto Abreu utiliza pela primeira vez o prólogo, que se tornará um procedimento constante a partir de agora. O travestimento dos personagens fixos em personagens bíblicos também pode apontar para o que irá ocorrer a partir da grande mudança na constituição dos personagens em “Iepe”. Embora o tirano romano não se expresse como Marruá, sabemos tratar-se do personagem Marruá fazendo Herodes, como fora declarado.

BIBLIOGRAFIA

CARRICO, André. Por conta do Abreu: comédia popular na obra de Luís – UNICAMP-Campinas, SP : 2004.(Tese de Mestrado)

FRATERNAL, Companhia. Disponível em: http://www.fraternal.com.br/index.php acesso em: 09/11/2008

FREITAS, Eduardo. Luis Alberto de Abreu e o processo colaborativo. Disponível em: http://www.pucsp.br/neamp/artigos/artigo_10.htm acesso em 09/11/2008

GUZIK, Alberto. Citado por BRITO, Rubens. Dos peões ao rei: o teatro épico-dramático de Luís Alberto de Abreu. 1999. 226 p. Tese (Doutorado em Artes Cênicas) – Escola de Comunicações e Artes, Universidade de São Paulo, São Paulo, 1999. p. 73.

SEVERINO, Antônio Joaquim. “Metodologia do trabalho científico”, 22. ed. rev. e ampl. de acordo com ABNT – São Paulo: Cortez, 2002.

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19 comentários em “LUIS ALBERTO DE ABREU

  1. Boa noite,

    Gostaria muito de receber o texto dessa peça para encenar com um grupo de jovens na minha cidade. Certamente, a autoria será respeitada.
    Agradeço carinhosamente e aguardo.

  2. Olá,
    eu faço parte de um grupo de teatro e também estou procurando muito O Livro de Jó.
    Você pode me ajudar de alguma forma?
    Obrigada!

  3. Gostei bastante das informações aqui obtidas. Gostaria de saber se você tem o texto da peça “BURUNDANGA OU A REVOLUÇÃO DO BAIXO VENTRE”, pois vou fazer um teste e preciso desta obra. Caso tenha, poderia enviar-me por e-mail? Desde já agradeço sua atenção.

    1. Olá!!!
      Não tenho o texto solicitado. Quando precisei ler, procurei em bibliotecas.
      Se estiver em São Paulo capital, na biblioteca da cooperativa paulista de teatro (http://www.cooperativadeteatro.com.br) tem o livro… pelo menos tinha!
      A biblioteca é para sócios, talvez consiga ler, tirar cópia de uma cena… Enfrente a cooperativa tem a Biblioteca Mario de Andrade, eles têm bastante coisa de teatro tb!
      Abraços

  4. olá, você teria ideia de onde encontro disponível o texto lúdico circo da memoria,preciso da cena da bailarina para um teste, obrigada .

    1. OLá Bruna!!!

      Eu não tenho esse texto. Não sei onde encontrar… vc está em São Paulo?
      Se estiver vá até a Biblioteca Mario de Andrade (pça Dom José Gaspar) lá deve ter… tem bastante coisa de teatro…
      Na cooperativa Paulista de Teatro que fica nesta pça tb númeor 30, 4 andar… tem uma biblioteca…já vi livros do Luis lá…
      Outro lugar que talvez possam te ajudar e cia FRATERNAL. O Luis é amigo deles…
      O site deles é http://www.fraternal.com.br/

    1. OLá!

      Vc terá que entrar em contato com o Luis Alberto de Abreu para ver como fica a liberação para montagem…
      Eu não tenho esse texto. vc está em São Paulo?
      Se estiver vá até a Biblioteca Mario de Andrade (pça Dom José Gaspar) lá deve ter… tem bastante coisa de teatro…
      Na cooperativa Paulista de Teatro que fica nesta pça tb número 30, 4 andar… tem uma biblioteca…já vi livros do Luis lá…
      Outro lugar que talvez possam te ajudar e cia FRATERNAL. O Luis é amigo deles…
      O site deles é http://www.fraternal.com.br/

    1. OLá!

      Vc terá que entrar em contato com o Luis Alberto de Abreu para ver como fica a liberação para montagem…
      Eu não tenho esse texto. vc está em São Paulo?
      Se estiver vá até a Biblioteca Mario de Andrade (pça Dom José Gaspar) lá deve ter… tem bastante coisa de teatro…
      Na cooperativa Paulista de Teatro que fica nesta pça tb número 30, 4 andar… tem uma biblioteca…já vi livros do Luis lá…
      Outro lugar que talvez possam te ajudar e cia FRATERNAL. O Luis é amigo deles…
      O site deles é http://www.fraternal.com.br/

  5. Olá, boa noite! Gostaria de saber onde encontro A ROSA DE CABRIÚNA para apresentar com meus alunos da 3ª série do ensino médio, Sou professor de Português da rede estadual de SP. Meu e-mail: wqj30@bol.com.br
    Obrigado

  6. Carmmo,
    já estive aqui algumas vezes e sempre volto.
    Gosto de jeito, da precisão, da pesquisa que fazes para informar o público e dar a conhecer e passear pelas “dobras” e “costuras” dos assuntos.
    E mais ainda, gosto muito da generosidade com a qual semeia a simpatia nas respostas aos pedidos, informações e dúvidas dos seus leitores.
    Não me canso de ler sobre Abreu, outro que amo, mesmo sem nunca ter visto, mas li vários textos que o Ednaldo nos trouxe quando do trabalho de residência artística sobre a “Comédia Popular” e o “riso”.
    Se me permitir, deixo aqui, um link do site “Encontros de dramaturgia” que disponibiliza alguns dos textos de Luis Alberto de Abreu para download.
    http://www.encontrosdedramaturgia.com.br/?page_id=177

    Um caloroso abraço

    Sara
    grupo de Teatro Rerigtiba
    Anchieta/ES/Brasil

    1. Oi Sara!
      Eu também adoro o Abreu.
      Tive a oportunidade de ser aluno deste mestre quando cheguei em SP em 1997. Um encanto de pessoa e artista.
      Fica à vontade para voltar e contribuir sempre!
      Abs.
      ZéAntonio

    1. Eu não tenho aqui. Sempre que precisei, peguei na biblioteca municipal Mario de Andrade e na biblioteca da cooperativa paulista de teatro . Estou em SP

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